Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. [...]
Hoje, enquanto tentava matar o tempo de uma tarde pouco atribulada, conversei com uma amiga e trocamos algumas impressões sobre o tema deste post.
Conversamos durante algum tempo, trocamos algumas impressões, revelamos desilusões e sentimos nostalgia, ou melhor tristeza!
A conversa terminou quando ambos nos deixamos apoderar pelas nossas frustrações.
Agora, aqui sozinho questiono-me: Foi isso o que nos aconteceu? Foram demasiadas as frustrações que não conseguimos ultrapassar? Não sei e talvez nunca venha a saber…
Ao longo da nossa conversa, fomos relembrando os tempos em que a “malta” andava toda junta, em como as nossas saídas eram divertidas,etc; seria isso afinal? Seriamos apenas (tal como ela disse) pessoas que saiam juntas, seriamos apenas pessoas que se habituaram a sair uns com os outros? Por muito que me custe aceitar, a verdade é que cada vez tenho mais consciência disso e revolto-me, revolto-me por não termos sido capazes de nos transformarmos uns aos outros, por termos deixado que a distância nos tivesse imposto barreiras que agora ninguém daquela “malta” parece querer ultrapassar… tenho pena, muita pena.
Confessei-lhe que chegava por vezes a sentir inveja daqueles grupos de amigos que perduram, que não se deixam abalar, que ultrapassam as crises (pois certamente também as terão)de uma forma unida e solidária, mas alguma vez fomos Amigos?
O que é afinal a amizade? O que erámos nós? Será que confundimos amizade com outros sentimentos?
Quantos de nós realmente se importaram com o “grupo”? Quantos de nós procuraram e tentaram manter o equilibrio e bem estar do “grupo”?
Nenhum de nós o fez! E porque? Por cobardia? Por achar que não valia a pena? Ou por ser orgulhoso de mais e deixar que algum mal entendido interferisse e manda-se nas nossas vontades?
Mas algumas vez fomos Amigos?
Era bom que aqueles que pensam nisto, se alguma vez o fizeram, ou, se aqueles que se importam, dessem continuidade a este pequeno texto, pois, quem sabe se não seria uma forma de nos aproximar uns dos outros, nem que fosse para relembrar velhos tempos…
A angústia de sentir que aqueles eram tempos que já não voltam, faz-me procurar de uma forma incessante as falhas que tivemos, iludido de que as podemos reparar..como sou tolo!
Lembro-me de ti ó meu amigo
Após muitos anos já volvidos
Daquelas nossas noites estivais
Que a amizade tornou memoráveis.
Recordo-me do teu sorriso sempre afável
Apesar de por vezes teres o peito angustiado
E dos teus conselhos inolvidáveis
Quando graves conversávamos compenetrados.
Guardo o calor das tuas mãos
Quando no meu ombro se pousavam
Para realçar uma estima despreocupada
Que de tão profunda e verdadeira
Não necessitava se enfatizada.
Guardo ainda dos nossos devaneios
As gargalhadas com que brindávamos
Os contratempos que não nos impediam
De enfrentar os dias como a mestria nos exigia.
A brisa traz-me neste fim de tarde a tua imagem
Como outrora outras brisas nos afagaram
Quando ao anoitecer empenhados procurávamos
Engordar de alegria a nossa liberdade.
Lamento pesaroso o tempo da despedida
Porque crescendo nós
Decresceram os nossos laços?
Cada qual foi preenchendo o seu espaço
Embora unidos por um abraço solidário.
E nesta tarde
Ó meu dsitante amigo
Como é enorme a minha saudade!…
PS: ” Já agora, vale a pena pensar nisto”
Como tamos de Bzzz???? Aritonaitsss
Ora nem mais… leram o título? Não compreenderam?! Azar do caralho.. (bem se calhar não posso dizer caralho aqui em público que tou sujeito a multa ou nestas merdas da net posso dizer caralho?! Nem sei.. que se foda.. Ó Guerra se quiseres apaga).
Já fui em tempos muito pressionado pela opinião pública para abordar diversos temas, quer económicos, sociais, religiosos… cenas de figura pública às quais tou sujeito diariamente e sempre deleguei tais funções ao meu mais fiel subordinado, o meu caro amigo Errrrnesto de Bila Pouca. Mas como ele anda muito ocupado ultimamente (anda rola no pombal, não me fodas!) achei por bem escrever este artigo que mais ninguém lê e se lê não vai perceber.
Antes de mais quero informar que o texto que vão ler é um conjunto de situações reais vividas por dois super heróis da banda desenhada e que por mais velhos que eles sejam se irão lembrar destas pequenas frases até ao fim dos seus dias!!! Sou capaz de me esquecer de algumas se quiseres acrescenta mas escreve tu um texto que este tá bonito e não tens nada que pôr as gadunhas naquilo que é meu… (o mesmo se aplica às gajas).
Bem, pra começar, leram o título suponho?! Se não acharam piada o melhor é nem ler o resto, tou a avisar…
Se bem me lembro e a memória não me atraiçoa aqui vão algumas imortais:
Eu tenho peito de aço!
O Benfica é campeão.. segundo.. terceiro…
Quero-vos bem activos!!!!!!
Não compactue com a estupidez!
Mais uma folha de exercício (exame nacional de matemática)
Se não tem economia que mais cursos têm para nos inscrevermos?!
Cortei-lhe as mangas e zás.
Onde ta a chave da mota?
Briosa!!!!
Apetece-me…
- Dás-me isto?! (murro) - Ó Zé nós somos amigos..
Policia judiciária.. não mostra vai preso..
- Hi tá tão pequeno.. - Esta merda derrete-se nas mãos
Zé pequeno…
Pára o carro pra vomitar..
- Vais a jogo? - Bou…
Só em galinhas quantos coelhos morreram?!
Passo-te a rombuda nas beiças..
O sofá não passa deita-o na banheira…
Ps: como hoje até tou bem disposto podes acrescentar no meu texto mais algumas que te lembres…
Lembro, lembro… faltam algumas, que eu tomei a liberdade de acrescentar:
-Daqui é a ETA…5 minutos depois ( policia e bombeiros a passar para o liceu)
-O meu nome é Jonhy dellicias (nadador salva-vidas)e eu Néné Snonas (coreógrafo profissional)
-O que levas aí? R=Chamon
-O que é isso? R= É a roupa do Michael jackson
Bota binho ate 5 contos, paga o pai da noiva
Whistang takepanache
Gentilmente escrito e enviado por: João Anunciação (que também dá pelo nome de Zé Piqueno; Cêntimetro; Jonhy Dellicias; etc)