
Hoje vim falar de compromissos, amizades coloridas e pretos nos brancos.
Mas antes de começar a desbobinar, vou-vos dizer o que para mim quer dizer cada umas das expressões pois existem vários significados diferentes para cada uma e assim, sabendo vocês o que quero dizer com elas, será mais fácil entenderem o meu ponto de vista… ou não!
Compromisso – Normalmente existe entre duas pessoas que se gostam (Raparem, eu disse “normalmente”. Supostamente deveria ser assim, supostamente…).
Namoram, têm uma relação, um compromisso. Exclusividade um para com o outro. Supostamente…
Amizade colorida - Para esta existem os mais diversos significados. Para mim: Dois conhecidos que de vez em quando, quando lhes dá a vontade, se encontram para dar a real queca. Na minha opinião, não se deveria chamar amizade colorida mas sim “Convivência colorida”. Quando fartou, simplesmente esquecem. Sem explicações, justificações, avisos. Adio adiou, auf wiedersin goodbye!
Preto no Branco – Situação esclarecida entre duas pessoas que se conhecem bem, que se gostam, são amigos. Gostam de estar um com o outro mas não querem um compromisso. Ao não quererem assumir um compromisso, não podem pedir exclusividade mas é uma relação com muito mais respeito que a “convivência colorida”, dão-se certas justificações, certas explicações, põe-se o preto no branco!
Ultimamente, em vários blogs tem-se falado bastante de traições a.k.a impossibilidade de alguém em se manter fiél.
Para mim é básico:
Se não conseguem manter a pila, o zezinho, o Joãozinho, o luizinho ou seja qual for o nome que lhe gostem de chamar, dentro das calças… qual a razão de se meterem num compromisso?
Uns dizem:
“Eu amo-a mas também tenho as minhas paixões e isso são coisas das quais não podemos fugir!”
“Foi mais forte que eu, não consegui resistir!”
“Eu sei que não o devia ter feito mas é algo que não dá para controlar. É um impulso!”
Poderia continuar mas chegam estes para exemplos.
O meu comentário? Bullshit!
No outro dia tive uma conversa sobre este assunto com um amigo meu casado. Ele dizia-me um pouco destes 3 exemplos que aqui escrevi.
Que o trair não era algo racional, que era como que um impulso, não dava para ignorar. Que ama a mulher, mas que de vez em quando tem paixões e que são coisas incontroláveis. Que não o faz por maldade, que não o faz para magoar, sabe que não devia mas simplesmente não consegue deixar de o fazer se a situação se proporcionar.
Basicamente, foi este o discurso!
Só concordei num ponto: As paixões não se controlam, é verdade.
Mas de admitir que temos uma paixão por alguém até concretizá-la… vai um grande passo! Se temos uma pessoa na nossa vida, respeito é algo que deveria existir entre os dois. E agir como se não tivéssemos qualquer tipo de responsabilidade, estaria fora de questão… supostamente!
Experimentem as amizades coloridas, experimentem os pretos nos brancos. Deixem de experimentar os encornanços a.k.a faltas de respeito! É vulgar!!! O que é feito da originalidade?
Se querem andar a saltar de cueca em cueca ou de boxer em boxer… Não assumam relaçõeas com ninguém! Deixem-se estar solteiros. Seria muito melhor, para ambos. Poupava-se trabalho e tempo.
O que trai não teria que andar com dois telemóveis, inventar desculpas esfarrapadas para encobrir as facadinhas. E o traído não precisaria de andar com enfeites na testa sem necessidade nenhuma e poupavam-no à perda de tempo com alguém merecedor de um belo chuto no meio das pernas e uma cotovelada no meio da boca.
É assim tão difícil de atingir?
Não há potência suficiente para o sangue ser bombeado para todos os lados?
Será este o verdadeiro significado da palavra “impotência”?






